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Armand V. Feigenbaum: quem foi? O que fez?

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Armand V. Feigenbaum: quem foi? O que fez?

Armand V. Feigenbaum foi um dos grandes nomes da Gestão da Qualidade, sendo o criador do termo Total Quality Control (TQC).

Portanto, hoje você vai conhecer um pouco da história de Feigenbaum, quem ele foi, quais as suas contribuições para a Gestão da Qualidade e porque foi tão importante.

Quem foi Feigenbaum?

Armand Vallin Feigenbaum (1922-2014) foi um dos grandes nomes da Gestão da Qualidade, iniciando a sua carreira e se destacando na General Eletric (GE) em Nova York.

Nascido em Nova York, obteve o seu bacharelado em engenharia pelo Union College (Schenectady, NY), mestrado e doutorado em Engenharia Econômica pelo Massachusetts Institue of Tecnology (MIT).

Com a sua impecável formação, iniciou sua carreira na General Eletric (GE) como ferramenteiro, aproveitando os benefícios do seu plano de carreira para se especializar, chegando ao cargo de Diretor de Fabricação e Qualidade, onde permaneceu por 10 (dez) anos.

Sua contribuição para a GE foi enorme, pois atuou na reconstrução das operações da empresa na Europa no momento pós Segunda Guerra Mundial, estando totalmente voltado para o desenvolvimento da qualidade no continente.

Além disso, Feigenbaum atuou junto aos órgãos ligados à Gestão da Qualidade, como por exemplo, a Academia Internacional de Qualidade e a Sociedade Americana de Qualidade, atuando na implantação e consolidação dos conceitos de Controle Total da Qualidade.

Por outro lado, Feigenbaum foi um dos criadores da European Organization for Quality (EOQ)e da International Academy for Quality (IAQ), ambos órgãos voltados para a Gestão da Qualidade.

Feigenbaum e sua história

Após ter ocupado o cargo de Diretor de Fabricação e Qualidade na GE por 10 (dez) anos, Feigenbaum fundou a sua própria empresa, a General Systems Company.

Em 1961, Feigenbaum foi eleito presidente da American Society for Quality Control (ASQC), e em 1968 escreveu o seu primeiro livro, intitulado como Total Quality Control, que inclusive se tornou best-seller e fortaleceu o seu nome para o mundo da Qualidade.

Já em 2003, Feigenbaum publicou outra grande obra, intitulado como The Power of Management Capital. Em sua obra, o autor trata dos novos modelos de negócio de capital de gestão, assim como a implantação de ativos de gestão e como estes ativos contribuem para o sucesso organizacional.

Sua contribuição para a Gestão da Qualidade foi tão grande que em 2008 recebeu a Medalha Nacional de Tecnologia e Inovação, que é uma condecoração destinada aos inventores ou inovadores estadunidenses, homenageando e valorizando o desenvolvimento de novas e avançadas tecnologias e ao progresso tecnológico.

Contribuições para a Gestão da Qualidade

Um dos grandes conceitos trabalhados por Feigenbaum é o Controle da Qualidade Total, quem tem como principal pilar a satisfação da necessidade das pessoas, e consequentemente, o resultado desejado pelas empresas, que é a qualidade total em todos os níveis e setores organizacionais.

Sendo assim, o autor conceitua a qualidade como a combinação de características de produtos e serviços de cada área da organização, voltados para o atendimento das expectativas do cliente, que é uma das premissas básicas da Gestão da Qualidade.

Na visão de Feigenbaum, a qualidade é mais uma responsabilidade de um departamento específico voltado para o controle da qualidade, e sim uma função de todas as áreas da organização, o que torna a qualidade uma filosofia de gestão.

Nesse sentido, a qualidade idealizada por Feigenbaum propõe que as atividades sejam orientadas para o cliente e exige que as atividades internas sejam conduzidas de forma disciplinada, para que o resultado do controle da qualidade seja mantido no nível de expectativa do cliente.

Todavia, Feigenbaum também propôs o conceito de controle, voltado para:

  • Definir padrões, e para isso a organização deve fazer uma análise dos gargalos, tal como propor ações corretivas e definir um parâmetro de qualidade para cada processo organizacional;
  • Apreciar a conformidade, a qual está relacionado com os padrões de qualidade já definidos pelo próprio sistema de gestão de qualidade;
  • Atuar quando necessário, ou seja, no momento em que for identificado problemas ou desvios no padrão de qualidade, a organização deve aplicar medidas corretivas, conforme o planejamento da qualidade;
  • Planejar melhorias, que está relacionado com a melhoria contínua e às ações corretivas propostas. .

Com base nos conceitos de controle, Feigenbaum também propôs uma abordagem sistemática, a qual é sustentada por 07 (sete) ideais de qualidade, descritos abaixos.

Vamos saber mais sobre estes ideais da qualidade?

Ideais da Qualidade segundo Feigenbaum

O primeiro ideal da qualidade de Feigenbaum consiste em enxergar a qualidade como um processo organizacional, e não como uma mera ação temporária.

O segundo ideal da qualidade de Feigenbaum é a qualidade voltada para o cliente, objetivando a construção do valor para o cliente e fortalecendo a qualidade percebida, com base nas necessidades do cliente.

O terceiro ideal da qualidade de Feigenbaum é que a qualidade e o custo são uma soma, e não uma diferença, e por isso é importante investir na Gestão da Qualidade e em seus benefícios.

O  quarto ideal da qualidade de Feigenbaum é que a qualidade requer fanatismo individual e trabalho em equipe, e isso significa que a Gestão da Qualidade exigente tanto um esforço individual quanto um esforço conjunto e a participação de todos.

O quinto ideal da qualidade de Feigenbaum é que a qualidade e a inovação são mutuamente dependentes, e este item está associado ao próximo, principalmente pelo fato de que a melhoria contínua propõe novos métodos, ações e aplicações de ferramentas como o Ciclo PDCA, por exemplo.

O sexto ideal da qualidade de Feigenbaum é que a qualidade é uma ética e está associada a melhoria contínua, onde a qualidade é aplicada como uma filosofia organizacional, visando sempre a inovação e o aprendizado organizacional.

O sétimo ideal da qualidade de Feigenbaum é que a qualidade é implementada como um sistema total ligado aos clientes e fornecedores, os quais são peças fundamentais ao funcionamento da organização.

Perceba que os ideais da qualidade propostos por Feigenbaum são bem comuns à Gestão da Qualidade disseminada atualmente nas organizacionais, e é voltado para a melhoria contínua, a inovação e o atendimento das necessidades dos clientes e dos fornecedores.

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