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Mapa de Processos: o que é, como fazer e sua relação com a ISO 9001

Mapa de Processos: Como estrtuturar no SGQ + Template Grátis
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Mapa de Processos: o que é, como fazer e sua relação com a ISO 9001

Toda organização tem processos. Mas, na maioria delas, esses processos existem mais na cabeça das pessoas do que em qualquer outro lugar. E quando o conhecimento fica só na cabeça, ele vai embora junto com quem sai pela porta. 🚪 E aqui surge a importância do Mapa de Processos. Não veja ele como uma burocracia, ou como mais um documento para auditoria, veja ele como a forma mais eficaz de a empresa entender como ela realmente funciona.

O que é mapeamento de processos (e o que é mapa)

Vale separar os dois: o Mapeamento de Processos é o trabalho: identificar, levantar, analisar e documentar como um processo funciona, quem participa, quais entradas e saídas existem, quais recursos são necessários e como as decisões são tomadas. Já o Mapa de Processos é o resultado visual desse trabalho, o “retrato” pronto para consulta. E o Fluxograma é só um dos formatos possíveis desse mapa: mais simples, focado em mostrar a sequência de passos com símbolos de início, decisão e fim, sem o detalhamento de raias e eventos que o BPMN oferece.

Parece simples. E é, até você tentar fazer pela primeira vez e perceber que ninguém na empresa tem a mesma resposta para a mesma pergunta. Isso, por si só, já justifica o exercício.

Quando o objetivo também inclui melhoria, é comum usar duas perspectivas: o estado atual (as-is) e o estado futuro desejado (to-be). Nem todo mapeamento precisa chegar a um modelo futuro, mas a comparação ajuda a identificar desperdícios, gargalos e oportunidades.

(as-is) x (to-be) em Mapa de Processos

Quer organizar as principais informações dos seus processos? Baixe gratuitamente o nosso Template de Mapa de Processos em Word, no formato de Diagrama de Tartaruga, reunindo entradas, saídas, responsáveis, recursos, métodos e indicadores.

Template de Mapa de Processos material gratuito 8Quali

Mapa de processos e a ISO 9001

A ISO 9001 não exige que a organização utilize um mapa de processos, fluxograma, BPMN ou Diagrama de Tartaruga. A única metodologia que a norma efetivamente sugere, por estar embutida na sua própria estrutura, é o ciclo PDCA. O que a norma exige é que os processos do Sistema de Gestão da Qualidade sejam determinados e gerenciados de forma integrada: entradas, saídas, sequência, interações, responsabilidades, recursos, riscos e critérios de avaliação, com informação documentada que comprove que tudo é executado conforme planejado.

Ou seja, o mapa não é uma exigência da norma, é uma ferramenta que ajuda a organizar e comunicar o que ela pede.

BPMN e Diagrama Tartaruga: qual formato usar?

Dois formatos se consolidaram na gestão da qualidade, e cada um tem seu lugar. O BPMN é a notação padrão para modelar fluxos, com raias, eventos, tarefas e decisões, ótimo para processos operacionais onde o detalhe do fluxo importa.

BPMN (Business Process Model and Notation) 8Quali

Já o Diagrama de Tartaruga organiza a estrutura ao redor do processo central (entradas, saídas, recursos, responsáveis, métodos, indicadores), sendo bastante usado em auditorias ISO 9001 por responder visualmente o que a norma pede. Um fluxograma simples pode até abrir caminho, mas raramente sozinho.

Exemplo de Diagrama de Tartaruga - 8Quali

Se parar para analisar, os dois se complementam. O Diagrama Tartaruga dá a visão macro, e o BPMN detalha o fluxo quando necessário.

O problema de mapear processos fora do sistema

Pode ser que não seja sua realidade, mas a maioria das empresas mapeia em ferramentas externas (Visio, PowerPoint, papel) e guarda em pastas que ninguém atualiza. Resultado: versões desatualizadas, aprovações por e-mail sem registro de fácil acesso, históricos perdidos. Na auditoria, a pergunta “qual é a versão vigente e quem aprovou?” vira investigação.

Mapeamento de processos com controle de verdade

E é exatamente isso que módulo de Mapa de Processos do 8Quali resolve. Os fluxos são criados diretamente no sistema: em BPMN ou Diagrama Tartaruga, com fluxo de aprovação por etapas: elaboração, consenso, aprovação e liberação. É possível importar arquivos .bpmn e .xml já existentes, sem precisar começar do zero.

Dessa forma, cada revisão gera registro automático com histórico completo: quem aprovou, quem reprovou, quais comentários foram feitos e quando. A validade do processo é configurável com notificações antes do vencimento, nenhum fluxo fica obsoleto sem que ninguém perceba.

Mas não acaba por aqui, como o módulo está integrado ao 8Quali, cada processo se conecta aos documentos, indicadores e riscos relacionados. Nessa etapa o mapa passa a fazer parte da gestão de verdade.

Fluxo BPMN do Módulo de Mapa de Processos do 8Quali.

Processo mapeado é processo gerenciável

Portanto, sabemos que conhecer os processos da organização, suas entradas, seus pontos críticos e suas interdependências não é tarefa de uma auditoria. Mas deve ser o trabalho de qualquer gestão que quer crescer sem depender de pessoas específicas para funcionar.

CONVERSE COM UM ESPECIALISTA

 

Se os seus processos ainda vivem em arquivos espalhados e aprovações informais, conheça o módulo de mapa de processos do 8Quali para entender como mudar isso na prática.

Comentários (4)

  1. Lindsei
    2 de agosto de 2017 at 06:40

    Um resumo perfeito… adorei.

    1. Avatar photo
      Gabriela Maria
      2 de agosto de 2017 at 11:08

      Olá Lindsei, tudo bem? 😀

      Ficamos muito felizes que você gostou!!

      Abraços,

  2. Andrade, José de
    22 de outubro de 2017 at 20:10

    Excedente abordagem, parabéns!

    1. Avatar photo
      Gabriela Maria
      23 de outubro de 2017 at 14:16

      Olá Andrade,

      Ficamos muito felizes que você tenha gostado do texto.. 🙂

      Abraços!!

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