Acreditação ONA: o guia definitivo para elevar a Qualidade e a Excelência na Saúde
Acreditação ONA: o guia definitivo para elevar a Qualidade e a Excelência na Saúde
Toda normativa tem sua importância, mas quando o assunto é a Acreditação ONA, temos um agravante: vidas em jogo! Afinal, uma não conformidade, em setores diversos, pode significar um produto defeituoso ou serviço incorreto. Já na área da saúde, isso pode significar, por exemplo, um efeito adverso que, em última instância, pode até mesmo levar a óbito.
Por isso, nessa área, toda normativa adquire um “peso extra”. Elas não só nos ajudam a melhorar a gestão, como também orientam o cuidado com o paciente. No momento de uma enfermidade, cada detalhe colabora (ou prejudica) para a melhora do enfermo. Assim, normas, procedimentos, processos, tudo que os envolve, precisa ser pensado, planejado e controlado.
Nesse contexto, a Acreditação ONA é “o guia do cuidado em saúde”. Ela nos ajuda a ter instituições melhores, assegurando que todo serviço seja voltado à saúde, segurança e experiência de quem mais precisa dele.
Então, vem comigo para conhecer essa acreditação tão importante e significativa para as terras tupiniquins. Com direito àquele vídeo esperto para treinar pessoas e enviar para sua equipe. Então, bora lá?
O que é a Organização Nacional de Acreditação (ONA)
A Organização Nacional de Acreditação é uma instituição brasileira sem fins lucrativos. Ela nasceu em 1999 e é atualmente responsável por desenvolver padrões de Qualidade e segurança para a área da saúde.
A instituição é o “padrão oficial” em saúde no Brasil, assim como recebe reconhecimento internacional. Além de ser reconhecida pela ISQua (International Society for Quality in Health Care), a ONA também é parceira da Organização Mundial da Saúde, a OMS.
Dentro de suas atribuições e escopo de atuação, a ONA coordena o Sistema Brasileiro de Acreditação (SBA), uma estrutura que reúne instituições acreditadoras credenciadas e organizações de saúde. Dessa forma, a ONA contribui para a criação de um ecossistema nacional de saúde e segurança, algo vital!
O que é a Acreditação ONA?
Se a ONA é uma organização responsável por criar normativas, o que costumamos chamar de Acreditação ONA é o conjunto de padrões que uma instituição deve seguir para receber o “Selo ONA”. Ou seja, a Acreditação ONA é um sistema de avaliação da Qualidade e da segurança em serviços de saúde.
Por meio de auditorias e processos de investigação, essa acreditação verifica se uma instituição de saúde realmente oferece atendimento seguro, bem gerido e orientado à melhoria contínua dela e do paciente. Vale dizer que ela não se atenta apenas às regras mínimas legais, mas se propõe a entender o quão excelentes são os serviços (Nível 3).
Ela também não é compulsória, ou seja, de adesão obrigatória, portanto sua adesão parte exclusivamente das instituições. Para isso, elas passam por auditorias e avaliações que acontecem a intervalos planejados, avaliando critérios de qualidade, gestão e segurança assistencial.
A Acreditação ONA avalia desde processos clínicos até gestão, infraestrutura e cultura organizacional. A adesão ao sistema estimula, portanto, a melhoria contínua e a padronização de boas práticas hospitalares e laboratoriais.
Diferença entre acreditação e certificação
Antes de continuar, vale ressaltar que existe uma diferença importante entre uma acreditação e uma certificação.
A certificação avalia se uma organização atende a um conjunto de critérios normativos. Assim, suas auditorias procuram entender se os processos atendem ou não à ISO 9001, por exemplo. Aqui, a competência da organização não está em pauta, apenas se ela segue ou não as boas práticas de um determinado padrão.
Já a acreditação vai além, ela busca compreender se a organização avaliada é realmente competente em fazer aquilo que se propõe. Assim, ela não vai auditar apenas o seguimento aos requisitos, mas também competência técnica, imparcialidade e até mesmo a confiabilidade do avaliador.
Dessa forma, um dos principais motivos para a acreditação de uma instituição de saúde é a comprovação da competência dela em realizar as suas atividades com a segurança e confiabilidade.
Podemos dizer, portanto, que a acreditação é mais sensível que a certificação, pois atesta a capacidade de uma instituição. Ela emite um “atestado de competência”, garantindo que o avaliado é competente no que faz. Esse fato mostra o quanto a Acreditação ONA é importante para assegurar e melhorar a saúde no Brasil.
Os 3 Níveis da Acreditação ONA
Nas certificações ISO, por exemplo, trabalhamos apenas com a conformidade geral: ou você é certificado ou não (explicação simplificada, beleza?). Já na ONA, contamos com 3 níveis de acreditação, algo que demonstra a maturidade do sistema e sua adesão aos padrões da acreditação.

Isso é muito interessante, pois facilita a entrada de novas instituições, assim como apresenta um plano claro de melhoria e evolução. Vejamos cada um dos 3 níveis a seguir:
Nível 1 — Acreditado
O nível 1 tem como foco a garantia da segurança e qualidade assistencial do paciente. Assim, a instituição precisará de provas que segue procedimentos e, acima de tudo, que cumpre padrões essenciais de segurança.
Neste nível, será necessário definir alguns parâmetros, tais quais o Perfil Epidemiológico ou Perfil de atendimento da Organização. Fatores que vão ajudar a direcionar procedimentos e processos que a instituição irá disponibilizar aos pacientes.
Outros aspectos, como as diretrizes estratégicas e a implementação de protocolos de segurança são fundamentais! Tudo isso, sempre com foco no atendimento às 6 Metas Internacionais de Segurança do Paciente.
De qualquer forma, aqui, os avaliadores buscarão compreender a estrutura e os processos básicos de segurança do paciente. Assim, de forma resumida, podemos dizer que esse nível demonstra que uma instituição é segura!
Nível 2 — Acreditado Pleno
Agora, damos um passo a mais dentro da gestão da organização. No nível 2, precisamos demonstrar que possuímos uma gestão integrada, com processos mapeados, controlados e com boas interações entre os processos e setores.
Aqui, é preciso compreender conceitos básicos como entradas, saídas, fornecedores e pontos de controle. Além disso, não só a assistência será auditada, mas também processos estratégicos e de apoio. Tudo isso, é claro, precisa ser pautado por uma boa comunicação, com uma troca de informações eficiente e funcional para colaboradores, pacientes e demais partes interessadas.
Este nível demonstra maior maturidade da gestão, dos processos e da empresa como um todo, assegurando que a organização realmente funciona de forma sistêmica, orgânica. Assim, ela precisará demonstrar que ferramentas usa para garantir uma boa gestão.
Aqui, não só o “o quê” será avaliado, mas também “como” a organização mapeia seus processos, gerencia as interações entre eles e até mesmo como gerenciar tudo isso de forma integrada.
Nível 3 — Acreditado com Excelência
Por fim, organizações que passam pelos 2 níveis anteriores têm maior chance de alcançar o terceiro nível. Aqui, consideramos que a instituição possui cultura organizacional e excelência em processos de saúde.
Neste nível, espera-se que a organização apresente alto desempenho em qualidade e segurança. Aqui, encontraremos a tão sonhada Gestão Integrada consolidada e dando frutos. Assim como a cultura de melhoria contínua já está instaurada e presente na rotina dos colaboradores.
Neste nível, o aprendizado organizacional flui entre os setores e pessoas, consolidando cada vez mais qualidade para quem mais precisa dele: o paciente! Aqui, políticas, processos e procedimentos já estão consolidados, cristalizados nas pessoas e no cuidado como um todo. Tudo isso, é claro, enquanto demonstramos ciclos formais de melhoria contínua.
Para isso, o Nível 3 possui 18 requisitos que devem ser comprovadamente visualizados dentro da organização. E não apenas em setores isolados, mas de forma sistêmica, integrada, holística. Por isso, a palavra que melhor define esse nível é “maturidade”.
Que tipo de organização pode ser Acreditada ONA?
À primeira vista, quando conhecemos a Acreditação ONA, temos a impressão de que apenas hospitais podem utilizar esse padrão. Esse é um erro comum, eu mesmo já cometi e até hoje não tenho certeza do escopo total da ONA.
Entretanto, de forma geral, podem buscar acreditação na ONA:
- Hospitais (é claro);
- Serviços de diagnóstico por imagem;
- Unidades de pronto atendimento (UPA, PA, emergências etc.);
- Serviços voltados à hemoterapia, oncologia e outros;
- Ambulatórios e Clínicas diversas;
- Serviços de atenção domiciliar;
- Laboratórios de análises clínicas;
- Serviços de saúde que se utilizam de telemedicina;
- e vários outros serviços de saúde.
Além disso, também existem selos para serviços de apoio, como esterilização, nutrição, lavanderia hospitalar e etc. Ou seja, há um grande escopo preocupado em melhorar a área da saúde como um todo. O que, convenhamos, é extremamente bem-vindo!
Benefícios da Acreditação ONA para os pacientes
Os benefícios dessa acreditação são imensos e abrangem várias partes interessadas. Uma das mais impactadas é, sem dúvidas, o paciente! Primeiro, porque os níveis de segurança aumentam drasticamente. Assim, riscos como erros de medicação, infecções hospitalares ou até mesmo a execução equivocada de procedimentos são os primeiros cair.
Tudo isso, é claro, vem acompanhado de otimizações e melhoria nos serviços, modelando processos mais organizados e que impactam diretamente a experiência do paciente. Como resultado, temos menores tempos de espera, exames mais rápidos, alta hospitalar melhor planejada e muito mais.
Por fim, instituições que alcançam o Nível 3 e a acreditação com excelência concentram seus esforços em um cuidado mais humano e coordenado. Algo que é fruto direto da exigência da ONA em processos integrados entre setores e focados na continuidade do cuidado.
Dessa forma, na prática, informações do paciente não se perdem, equipes conversam entre si sobre cada caso e decisões clínicas são compartilhadas. Assim, o atendimento deixa de ser algo fragmentado, dividido entre setores, para ser algo centrado na pessoa e em suas necessidades e expectativas.
Benefícios da Acreditação ONA para as instituições
Da mesma forma, as instituições que aderem ao modelo ONA também conquistam diversos benefícios importantes para si mesmas.
A começar pela redução ou até mesmo eliminação dos famosos custos invisíveis da má qualidade. Afinal, eliminamos gastos desnecessários com processos judiciais, retrabalho ou desperdício de insumos, por exemplo. Isso tudo, é claro, aproveitando o máximo de processos padronizados, previsíveis e organizados.
Esses fatores, por si só, ajudam a criar uma boa reputação para quaisquer instituições, aumentando a credibilidade junto a pacientes e suas famílias. Esse reconhecimento social não só ajuda a atrair mais negócios como também traz consigo profissionais melhores e mais capacitados. Por fim, não podemos deixar de citar que essa confiança atrai vantagens em negociações com operadoras ou com o governo.
Juntando todos esses aspectos, a instituição entra em um ciclo de melhoria contínua e autoaperfeiçoamento. Ela deixa de reagir a problemas e passa a evoluir sistematicamente, conquistando o mercado, reduzindo custos, aumentando lucros e eficiência. E o mais importante de tudo: salvando cada vez mais vidas!
Diferenças entre ONA e ISO 9001
Por tratarem ambas da Gestão da Qualidade, as normas ONA e ISO 9001 são constantemente confundidas. E apesar de versarem sobre um mesmo tema (Qualidade), elas são bastante diferentes.
No contexto deste texto, podemos dizer que a ISO 9001 é uma norma genérica, sendo possível aplicá-la a qualquer setor ou nicho. A norma é muito completa e moderna, tratando de temas como riscos, operação, melhoria e contexto organizacional.
A Acreditação ONA também trata desses aspectos, porém com foco total na área da saúde. Assim, a ONA é específica para saúde e assistência, sendo inviável aplicá-la em outros setores. Assim como ela trata de temas que não estarão presentes na ISO 9001, temas que só podem ser aplicados e entendidos por um padrão próprio do setor.
Em resumo, portanto, a ONA aprofunda aspectos clínicos e assistenciais que a ISO não cobre. Entretanto, vale dizer que muitas instituições têm as duas, colhendo o melhor que ambas possuem e criando um Sistema de Gestão da Qualidade ainda mais forte, robusto e voltado para o paciente!
Como funciona a Acreditação ONA?
De forma geral, a Acreditação ONA segue as etapas básicas de um processo de validação externa. Ela passará por auditorias, relatórios e avaliação por uma acreditadora competente. Além disso, vale relembrar que ela pode acontecer em 3 níveis, o que altera um pouco o processo e pode ser focada apenas nos níveis que se está buscando.
Entretanto, de forma geral, podemos dizer que para tornar sua instituição acreditada na ONA, será preciso passar pelas seguintes etapas:
1 – Diagnóstico inicial
Depois que a alta direção toma a decisão estratégica de buscar a acreditação, é preciso entender qual é o estado atual da organização e o que precisaremos melhorar.
Dessa forma, antes da avaliação externa, as instituições normalmente realizam uma autoavaliação dos padrões ONA. Isso serve como um diagnóstico de lacunas (ou gap analysis) que mostrará pontos fortes, fracos, falhas e problemas que precisarão ser solucionados. Assim como evidencia quais boas práticas as empresas ainda não executam.
Com isso, conseguiremos planejar a adequação do sistema, mobilizando lideranças e engajando os colaboradores à causa. Aqui ocorre uma mudança cultural importante: qualidade deixa de ser projeto (como começo e fim) e passa a ser sistema (com continuidade)!
2 – Preparação e adequação dos processos
Com o gap analysis em mãos, a instituição consegue criar planos de ação e implementar tudo que for necessário para melhorar sua gestão e cuidados. Essa é, geralmente, a fase mais longa e transformadora, pois é aqui que as mudanças realmente ocorrem!
Nesta fase, implementamos protocolos assistenciais para assegurar segurança do paciente, para prevenir de infecções, assegurar uso seguro de medicamentos, entre outros aspectos. Para pleitear o Nível 2, criamos indicadores de desempenho, implementamos a gestão de riscos, e intensificamos a padronização de processos. E por aí vai!
Tudo isso, é claro, assegurando a correta integração entre áreas, uma vez que a ONA valoriza muito a continuidade do cuidado. Assim, nunca bastará que um setor funciona bem isoladamente, tudo precisa ser sistêmico.
3 – Avaliação por Instituição Acreditadora
De forma resumida, a ONA não avalia ninguém diretamente, ela credencia instituições acreditadoras autorizadas a realizar as avaliações. E são essas instituições que enviam avaliadores experientes, auditores que fazem uma análise profunda em toda a organização.
Aqui, ocorrem visitas técnicas, entrevistas com colaboradores, observação do atendimento, análise de prontuários e uma série de investigações profundas e fundamentadas. Sempre coletando evidências do cumprimento ou não de um requisito e apontando o que falta de maneira objetiva e direta.
Essa avaliação compara as boas práticas da ONA com a prática real diária da organização. Se tudo estiver conforme, a instituição é acreditada de acordo com o nível de cumprimento dos requisitos. Ou seja, Níveis 1, 2 ou 3.
4 – Relatório e decisão de acreditação
Após as auditorias, e completa a avaliação, o auditor elabora um relatório técnico detalhado contendo. Nele, constarão todos os resultados obtidos, como pontos fortes, fracos, não conformidades e oportunidades de melhoria.
Além disso, neste relatório irá também a recomendação de nível, ou seja Acreditado, Acreditado Pleno ou Acreditado com Excelência. Caso a organização não alcance nenhum dos níveis, a recomendação de acreditação não é realizada. Neste caso, a instituição precisará passar por mais um ciclo de melhorias em busca de atender aos requisitos ONA.
5 – Certificação e manutenção
Se aprovada, a instituição recebe o certificado correspondente ao nível alcançado. Caso seja acreditada nos Níveis 1 e 2, ela poderá solicitar novas avaliações para galgar níveis mais altos. De qualquer forma, essa é uma grande vitória e deve ser comemorada!
Mas isso não encerra o processo, pois a acreditação tem validade limitada, geralmente 2 anos para os Níveis 1 e 2; e de até 3 anos para o Nível 3. Assim, durante o período de validade, a instituição deve manter os padrões de qualidade, gestão e excelência. Bem como passará por auditorias de manutenção para assegurar essa manutenção.
8Quali: organização inteligente para conquistar a Acreditação ONA
Buscar a Acreditação ONA exige exige organização documental impecável, rastreabilidade das evidências e controle rigoroso de processos. Protocolos assistenciais, políticas institucionais, registros de auditorias, indicadores, planos de ação, atas, evidências de treinamentos… tudo precisa estar atualizado, acessível e coerente com a prática diária!
Nesse contexto, o 8Quali será seu aliado estratégico! Conosco, sua instituição centraliza documentos, controla versões, define responsáveis, automatiza fluxos de aprovação e garante que cada evidência esteja disponível no momento certo das auditrorias! Nada de planilhas dispersas, arquivos perdidos ou documentos desatualizados.
Além disso, nosso sistema facilita o monitoramento de não conformidades, riscos, ações corretivas e indicadores, conectando a gestão documental à melhoria contínua exigida pela ONA. O resultado é uma gestão mais segura, integrada e preparada para demonstrar maturidade organizacional em qualquer nível de acreditação.
Isso tudo apoiando a instituição no controle de calibrações de equipamentos, um requisito essencial para a segurança assistencial e para a conformidade exigida pela ONA. Com o módulo de Calibrações, é possível organizar cronogramas, registrar certificados, acompanhar vencimentos e manter toda a rastreabilidade das evidências em um único ambiente, garantindo que os equipamentos estejam sempre dentro dos padrões e prontos para auditorias e avaliações!
Então, se a Acreditação ONA é o caminho para elevar o cuidado em saúde, o 8Quali é a ferramenta que organiza cada passo dessa jornada! Clique no botão abaixo e venha conosco transformar complexidade em clareza e exigências em resultados concretos.
ONA: melhoria contínua e evolução que salva vidas
Gosto de pensar que a Acreditação ONA é como a própria vida: segue uma linha evolutiva. As organizações começam “pequenas”, focando no Nível 1 e aprendendo a melhorar o cuidado com as pessoas.
Essas instituições, por sua vez, normalmente seguem a linha evolutiva. Se não estiverem preparadas para o próximo passo: renovam a acreditação. Se estiverem, buscam níveis superiores, aprimoram indicadores, fortalecem a cultura de segurança, crescem!
Assim, ela é como qualquer outra norma de gestão, seu foco não é o papel, o certificado, mas a melhoria! Quando entendemos isso, e quando evoluímos junto com a empresa, a acreditação deixa de ser o objetivo e vira a consequência de uma gestão madura. O foco não é mais a não conformidade, o relatório ou o papel para fazer bonito para o avaliador. Agora, o foco é salvar vidas, e isso é lindo, rentável e ético.
E como esta é uma metodologia voluntária, demanda basicamente do interesse por parte das instituições para a melhoria de seus processos. Podemos dizer que ela só está presente em instituições em que a vida e o cuidado ao paciente são prioridade!
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HUMBERTO MINGORANZE
A acreditação ONA é muito importante para o aumento da qualidade e redução de erros com os pacientes. Recentemente acompanhei a implantação ONA do hospital e maternidade de Belo Horizonte. Diferente das outras metodologias a ONA é mais aberta, estabelece que os processos devem estar definidos, mas não diz exatamente como, isso é bom, pois cada hospital pode adequar a sua realidade. Neste caso uma das ferramentas usadas para organizar o processo, fora as
Pasta plastica A4 , que passaram a organizar processos de trabalho, checklists da enfermagem, processos de liberação de Convênios entre outros.