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Como funciona o processo de Gestão de Riscos?

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Artigos, Gestão de Riscos

Como funciona o processo de Gestão de Riscos?

Agora que você já entendeu o que é a Gestão de Riscos e sua importância para as empresas, independente do setor e tamanho, vamos entender como funciona a aplicação do processo de Gestão de Riscos.

Em primeiro lugar, é preciso analisar o contexto da organização, entendendo todas as suas necessidades e expectativas. Esse contexto pode ser interno ou externo, baseado em critérios que a própria empresa pode definir.

Os contextos internos podem ser estrutura organizacional, governança, fluxos e processos, sistemas de informação e outros Os contextos externos compreendem cenários como cultural, político, legal, financeiro, tecnológico ou regional. Definindo essa primeira etapa, é possível enxergar melhor os objetivos que a empresa quer atingir e identificar os riscos.

listaDepois disso, é feita uma listagem geral do que influencia a realização dos objetivos da organização, seja positiva ou negativamente. A partir daí são identificados os possíveis riscos que podem prejudicar o cumprimento destes objetivos.

Só então é possível fazer a avaliação dos riscos, com base em uma análise dessa listagem, que mostra os riscos e sua probabilidade de acontecer. Após reconhecer esses riscos e seu impacto na organização, é preciso tratá-los, para que diminua sua influência, o que engloba prevenir, mitigar ou até eliminar.

Além de compartilhar as informações para todas as partes interessadas, é necessário que haja um monitoramento de todo o processo. O monitoramento se divide em verificação, supervisão e observação crítica para identificar mudanças. O mais importante é que esse processo seja contínuo, porque o cenário pode mudar com a chegada de novas informações e, consequentemente, influenciar o resultado final.

 

Quais ferramentas são utilizadas para determinar e mitigar os riscos?

Para identificar e mitigar os riscos que impactam uma organização, o profissional responsável por esse processo de Gestão de Riscos precisa especificar o tratamento que será dado para os problemas apresentados. Existem ferramentas que auxiliam esses profissionais a tomarem as melhores decisões e, muitas vezes, a combinação delas pode dar ainda mais respaldo para isso. Conheça as mais usadas:

 

  • Matriz SWOT (Strenghts, Weaknesses, Opportunities, Threats): Também conhecida como FOFA (Forças, Oportunidades, Fraquezas e Ameaças) é a ferramenta mais utilizada pelos profissionais da qualidade para a gestão de riscos, pois auxilia na identificação dos riscos e oportunidades de forma simples e objetiva, levando em consideração o contexto da organização e os fatores internos e externos ligados a ela, o que facilita nesse mapeamento.

 

  • 5 Porquês: Essa ferramenta consiste em, após a identificação do problema, questionar 5 vezes o porquê, até identificar a causa. Por ser muito simples e prática, ela promove o envolvimento de todos os colaboradores em uma espécie de brainstorming. Além da identificação das causas básicas de um problema, essa ferramenta traz as relações entre as causas, baixo custo, integração com outras ferramentas de gestão entre outras.

 

  • PFMEA (Process Failure Mode and Effective Analysis): Pode ser traduzido para “Análise de Modo e Efeitos de Falha”. É um método para reconhecer e avaliar o potencial de uma falha e suas possíveis consequências. Através dele, também é possível elaborar processos de contenção, rotinas de follow-ups e avaliações dos resultados até o momento;

 

Como ocorre a reavaliação do risco?

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Após identificar os riscos nos processos de uma organização e aplicar medidas e ferramentas para resolvê-los, é hora de reavaliar esses riscos. Essa reavaliação é feita pelos profissionais da qualidade e leva em conta as mudanças que podem acontecer no cenário neste meio tempo.

As reavaliações desse processo de Gestão de Riscos dentro de uma organização devem ser agendadas regularmente e sua frequência depende do desenvolvimento do projeto. Esse reforço após as correções é importante para tentar identificar riscos, reavaliar riscos atuais e encerrar os riscos que já foram resolvidos. Essas ações fazem parte do processo de melhoria contínua, criado para atingir maior qualidade nos produtos e serviços oferecidos pela organização, além de tornar a gestão cada vez mais clara e assertiva.

 

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Comment (1)

  1. Andrade
    6 de setembro de 2017 at 15:32

    Excelentes dicas, parabéns!

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